22/04/2009

escolhe!

o perigo de não sair da redoma do sino sem badalo… ou fazer a leitura do verbete bem escrito. presente nas alturas em que o significado entrelaça com a verdade… ou passado nas alturas em que o mal abunda saber. possuir ou não as correntes para desfazer os nós da verdadeira bravura… ou não assumir as múltiplas caras da escolha, ou não…

6 comentários:

AO disse...

http://biosofia.net/2004/03/22/a-importancia-de-decidir/

Carpe Diem!

t disse...

Texto de excelente qualidade. No entanto se “Tudo é caminho” (…), onde ficam as verdades absolutas??
:))

AO disse...

A existirem... ficam no Absoluto!
Que por O SER, sobre ele, nós, entidades relativas e subjectivas, nos mundos das relatividades subjectivas e imersos em ilusões nas quais é muito difícil discernir o que É e o que não é, ... nada podemos dizer. Como poderia o relativo referir-se ao Absoluto ... sem, artificialmente, o relativizar?

(entretanto espreita no pensar-im...)

T disse...

Então, estamos condenados ao nada!!
O existencialismo é uma moral do acto. Existir, é assumir o SER (isolado).
Só a condição humana é validada. A consciência não tem conteúdo e é o vazio da sua liberdade. Essa independência lhe dá conteúdo. Parece haver aqui uma certa ambiguidade, ao mesmo tempo que somos os criadores, somos os responsáveis por toda humanidade… será que fingimos escolher aquilo que somos?? Tenho dúvidas!!

AO disse...

Era uma vez... uma onda que balançava ao ritmo das marés e dos ventos. Um dia reparou que as ondas à sua frente se despenhavam nas rochas. Assustada, gritou:
“Isto é terrível. Olha o que nos vai acontecer!”
Então uma onda que vinha atrás perguntou-lhe porque ela estava tão triste, ao que a primeira respondeu:
“Não compreendes! Todas nós, ondas, vamos transformar-nos em nada! Não é terrível?”
Ao que a segunda onda disse:
“Não, quem não compreende és tu. Tu não és uma onda, tu és parte do oceano” (Albom, 1997, pp. 207-208)

t disse...

Lindo!! Hoje vou dormir mais tranquilo... heheeh
Abração Amigão!