27/08/2010

E porque não?

7 comentários:

IM disse...

(isto não em nada que ver com o post...sorry...tu também não deixas a malta comentar acima!!!!! bolas!!! Olha, t, sempre vais ficar com a gatinha??? Que bom!!! É uma sortuda!!!)

t disse...
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t disse...

Infelizmente n posso. As gatinhas cá de casa têm felv.. inclusive uma delas está com os primeiros sintomas. Õ felv (leucemia felina) transmite-se através da saliva, é uma doença fatal. Um em cada 3 gatos que contactam o vírus desenvolvem-na. Com ajuda da João e da Clara e a GV que é uma associação de voluntários determinada a acudir junto de colónias de gatos errantes..ajudaram-me. Para se evitar a cirurgia à cauda, a Lady encontra-se em casa da responsável da GV, uma ultima tentativa. De qq modo apareceu uma pessoa que quer ficar com a Lady, mas só dpois de estar tudo resolvido. Mas parece-me que a cirurgia é inevitável.. vamos ver.. no entanto vou acompanhá-la sempre..:)

IM disse...

:)
Felizmente que há pessoas como tu...se houvesse muitas, talvez eu acreditasse que o mundo poderia ser melhor...
Não sabia que o contágio se fazia dessa forma...tão "eficaz"...que pena... os bichinhos não merecem nada disto...eles que só podem fazer o mundo melhor..
O meu obrigada em nome de todos os que ADORAM animais...
:)

t disse...

N sou ninguém. N imaginas as PESSOAS que eu conheci este ano.. a essas sim! Eu digo OBRIGADO!!! :)

maria disse...

olá. aqui estou eu. queria comentar o post de cima, mas não dás oportunidades.
para mim inferiores são as pessoas que não estão sensibilizadas com as ações que se podem efetuar a favor dos surdos.
quanto ás tuas gatinhas desejo que corra tudo bem.

t disse...

É verdade Maria. Tens toda a razão. Deixo-te aqui o significado do que é ser surdo visto por Emmanuelle Laborit:
“Sou surda não quer dizer: “Não ouço.” Quer dizer: “Compreendi que sou surda.” É uma frase positiva e determinante. Na minha mente, admito que sou surda, compreendo-o, analiso-o, porque me deram uma língua que me permite fazê-lo. Compreendo que os meus pais têm a sua própria língua, a sua maneira de comunicar e que eu tenho a minha. Pertenço a uma comunidade, tenho uma verdadeira identidade.”
“A língua gestual é a minha verdadeira cultura. O gesto, esta dança de palavras no espaço, é a minha sensibilidade, a minha poesia, o meu íntimo, o meu verdadeiro estilo. Pois afirmo com absoluta certeza que a língua gestual é a primeira língua, a nossa, a que nos permite ser seres humanos “comunicantes" (Laborit, 2000). Repara nas palavras de Emmanuelle “ porque me deram uma língua que me permite fazê-lo” A linguagem surge inicialmente como forma utilizada pela criança para comunicar com as pessoas do seu meio. Com o passar do tempo a linguagem é interiorizada e começa a actuar como organizadora do pensamento e transformadora dos processos mentais. É aqui que reside tudo porque inicialmente o pensamento não é verbal e a linguagem não é cerebral. As suas trajectórias de crescimento, entretanto, não são paralelas – elas encontram-se. As gatinhas agradecem as melhoras… :)