06/07/2011

Luz

Este som encarna o silencio. Sentimos quando nascemos e esquecemos quando crescemos. É a fragrância latente. Mais tarde, preenchida pela poeira, pelo suspiro do vento que cruza a terra. A terra que cimentará de lama os olhos que encobrem a alma. Que mais quero eu agora? Talvez o espelho mais fiel que não oculte a luz.

4 comentários:

AnaMar (pseudónimo) disse...

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AnaMar (pseudónimo) disse...

Queremos sempre mais e nunca chega. E ainda bem.
O som do silêncio exala fragâncias que perfumam os sentidos e tornam simples palavras em poesia. Como as tuas.

etcétera disse...

I had a little fish,Glósóli,who abandoned me in a grey day.

Sigur Ros=poetry.

. disse...

Welcome etcetera!